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Karlon acaba de lançar o seu terceiro registo de originais, “Passaporti”, um álbum que o leva às raizes, juntando os sons tradicionais cabo-verdianos que ouvia em casa (morna, coladera, funaná) e os beats do rap com que se desenvolveu desde os 12 anos, nas Ruas da Pedreira dos Húngaros. A ideia deste álbum surgiu após ter sido desafiado pelo Pedro Coquenão (aka Batida) a participar no EP “Mamã Africana”: “O Pedro mostrou-me discos que tinham a mesma linguagem, como Marcelo D2 ou Conjunto Ngonguenha. Fiquei com vontade de explorar este conceito. O álbum foi feito através de várias pesquisas sobre as histórias de Cabo Verde e conversas íntimas que fui tendo ao longo do tempo com pessoas da geração dos meus pais.” O disco junta o Hip Hop à música tradicional de Cabo Verde, viajando da morna, com “Foi Sodade” inspirado no tema “Sodade” de Cesária Évora e Bonga, até ao funaná com “Nha Cultura”, inspirado no tema “Pó di terra” de Zé Cirilo. “Passaporti” inclui participações de Chullage, Maria Tavares, Valete, Carlos Martins no Saxofone, Bdjoy na congas, Scratch a cargo do DJ X-Acto, Ary César na Guitarra e Ary (Blasted Mechanism) nos sintetizadores. A produção de todas as faixas ficou a cargo do Charlie Beats, exceção do tema “Nha rosa” produzido por Igor Santos.