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Uma encruzilhada de linhas de baixo distorcidas, baterias aceleradas, noise e concertina/ferro. Um caminho ainda não pisado, com as novas linguagens a fazerem uma visita à tradição do funana caboverdiano sem qualquer pudor numa carruagem de furiosa estética punk. O resultado é disto tudo é complicado, distinto, invulgar e sujo. Scúru Fitchádu é uma aventura a solo de Sette Sujidade cujas Influências directas na sonoridade de: Tricky, Tom Waits, Discharge, Bad Brains, The Prodigy, Atari Teenage Riot, Goldie, Bitori nha Bibinha ou Tchota Suari ilustram a tela estética. O projecto arrancou oficialmente no início de 2016 com um primeiro single, Ken ki Frâ? [Quem disse?], seguiu-se o EP de estreia auto-intitulado Scúru Fitchádu, arrancando boas críticas na imprensa, entre elas uma menção “sem espinhas” na americana Afropunk. Pelo caminho,passagens pelo festival MIL, Mercado da Música Independente, Festival Imigrarte, Tokyo Club, Nos Alive ou o Festival Iminente Londres ou o lançamento do livro “Corta e cola” sobre a história do punk nacional. Participou ainda na compilação Fnac novos Talentos 2017 a convite de Henrique Amaro com o tema “Es ta trânu tchãn” [Eles tiram-nos o chão] Sette Sujidade assegura toda a produção, programações, sampling, ferro, gaita e outras percussões ou barulho... Scúru Fitchádu é uma viagem atribulada, funana de pancada e aceleração de batidas cardíacas.